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Maracatu do GAMM
Criado em 2002, no GAMM, o Maracatu do GAMM nasceu a partir da iniciativa do querido Dinho, que trouxe do Recife essa manifestação da cultura pernambucana. Com o ritmo do maracatu de baque virado, o grupo transformou o batuque em uma experiência de convivência, aprendizado e valorização cultural.
Ao longo de sua trajetória, o maracatu conquistou espaço em Gravatá, levando música, dança, tradição e a força da cultura popular às apresentações. Mais do que um grupo de percussão, o Maracatu Nação do Sol representa a preservação da cultura pernambucana e o poder da arte de fortalecer identidades, criar oportunidades e transformar vidas.
About
José Edson da Silva (Dinho)
Em 2002, José Edson da Silva, carinhosamente conhecido como Dinho, trouxe o maracatu para o GAMM. Morador do bairro do Cruzeiro, em Gravatá, e após viver alguns anos no Recife, compartilhou conosco essa manifestação da cultura pernambucana, dando início a uma história marcada pelo batuque, pela tradição e pela transformação de vidas.
Dinho nos deixou em 5 de março de 2004, mas seu legado permanece vivo em cada toque das alfaias, em cada apresentação e em cada pessoa alcançada pelo Maracatu do GAMM. Sua história segue presente na memória da instituição e da comunidade, lembrando-nos de que a cultura também é uma forma de criar vínculos, fortalecer identidades e transformar realidades.
Dinho vive em nosso batuque, em nossa memória e em cada passo do nosso maracatu.


About
Maciel Ferreira (Mestre Ciel)
Após a partida de Dinho, Maciel Ferreira, nome pelo qual é conhecido como Mestre Ciel, deu continuidade ao trabalho como educador responsável pelo maracatu do GAMM, mantendo vivo o legado de seu companheiro e a tradição que atravessa gerações.
Com uma trajetória dedicada ao ensino do maracatu e da percussã junto a Dinho desde 2002, Mestre Ciel compartilha com crianças, adolescentes e pessoas idosas os ritmos, os saberes e a riqueza da cultura popular pernambucana. Seu trabalho vai além da música: fortalece vínculos, valoriza as tradições afro-brasileiras e mantém acesa a chama do Maracatu Nação do Sol.
Em cada toque de alfaia, Mestre Ciel mantém viva a história que Dinho ajudou a começar.




















